"Se há algo que após a COP temos vindo a reconhecer é que o esforço de investimento é essencial nos países em desenvolvimento, aqueles que mais sofrem os impactos das alterações climáticas, menos contribuíram historicamente e que mais dificuldades têm em fazer os investimentos necessários", afirmou o Primeiro-Ministro, António Costa, no final da cerimónia de assinatura de dois acordos para a conversão de dívida de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe em financiamento climático.

 COP28

O primeiro passo para a troca da dívida de Cabo Verde em investimento verde foi dado em janeiro. Aos 12 milhões de euros perdoados agora podem somar-se, no futuro, até 140 milhões, se se provar que este modelo funciona. 

 

"Não se trata de uma reestruturação de dívida, não se trata de Cabo Verde não cumprir com as suas obrigações. Trata-se de cumprir de forma inteligente", disse o Primeiro-Ministro

 

No caso de São Tomé e Príncipe, foi acordado um financiamento no valor de 3,5 milhões de euros para os próximos dois anos.

 

Este tipo de acordos é, de acordo com o Primeiro-Ministro, benéfico "para toda a humanidade".

 

Para mais informações consulte: COP 28: Converter dívida pública em investimento verde beneficia "toda a humanidade" - XXIII Governo - República Portuguesa (portugal.gov.pt)

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